domingo, 22 de fevereiro de 2026

BAHIA CONFIRMA 2 CASOS DE MPOX EM 2026. OUTROS CASOS ESTÃO SOBRE INVESTIGAÇÃO

 Sintomas da Mpox incluem dor de cabeça e febre  Os antivirais não curam. Apenas tratam os sintomas. Nas próximas semanas poderão haver mais casos, principalmente depois do Carnaval, já que o período de incubação do vírus é de até 21 dias  

 

 Estado registrou sete notificações suspeitas da doença neste ano; um dos casos foi confirmado em Vitória da Conquista e outro é importado, diagnosticado em Salvador 

  

  Dois casos de mpox foram confirmados na Bahia em 2026, de acordo com atualização divulgada nesta semana pela Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia).

 Até esta sexta-feira (20), o estado havia registrado sete notificações suspeitas da doença: três foram descartadas após investigação clínica e laboratorial, enquanto duas seguem em apuração.

 Um dos casos confirmados ocorreu em Vitória da Conquista, no interior da Bahia; e o outro é importado, com diagnóstico feito em Salvador, em um paciente residente em Osasco (SP), conforme informações da Sesab.

 No caso confirmado em Vitória da Conquista, a paciente é uma mulher que não reside na cidade, mas procurou atendimento no Hospital Geral do município. Segundo a prefeitura local, ela permanece em isolamento durante o tratamento e apresenta boa evolução clínica.

 A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia informou, em nota, que as investigações seguem em andamento para os demais registros notificados, conforme os protocolos de vigilância epidemiológica.

  A mpox é uma doença infecciosa zoonótica causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a pele de pessoas infectadas, sobretudo quando há lesões, mas também pode acontecer por meio do contato com secreções ou do compartilhamento de objetos pessoais, como toalhas e roupas.

 Os sintomas mais comuns incluem febre, dores de cabeça e musculares, sensação de fraqueza e lesões na pele, que geralmente surgem no rosto e podem se espalhar pelo corpo.

 Atualmente, o tratamento é baseado em medidas de suporte, com foco no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações, já que ainda não há medicamento específico aprovado para a mpox.

 Pessoas diagnosticadas devem permanecer em isolamento até a completa cicatrização das lesões, período que pode variar de duas a quatro semanas, conforme a evolução clínica.

 

 

Texto e foto: CNN Brasil

Legenda na foto: Correio dos Municípios (Itabuna/BA) 

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