segunda-feira, 10 de agosto de 2026

ITABUNA. JORGE AMADO: 114 ANOS DE UMA VOZ NASCIDA NO SUL DA BAHIA PARA O MUNDO - POR JOSANNE MORAIS - PRESIDENTE DA ACADEMIA GRAPIÚNA DE ARTES E LETRAS (AGRAL)

   

 

JORGE AMADO: 114 ANOS DE UMA VOZ NASCIDA NO SUL DA BAHIA PARA O MUNDO

Agosto guarda Jorge Amado entre duas datas e uma permanência. No dia 6, completaram-se vinte e cinco anos de sua partida; no dia 10, celebram-se cento e quatorze anos de seu nascimento. Entre uma data e outra, porém, a literatura parece desmentir o tempo: Jorge Amado permanece.

Permanece porque certos escritores, depois de atravessarem a vida, passam a habitar um território onde os calendários já não conseguem alcançá-los inteiramente. Seus anos podem ser contados; sua ausência pode ser datada; mas a presença que deixaram escapa à matemática do tempo.

Com Jorge Amado é assim.

Vinte e cinco anos depois de sua partida, ainda é possível encontrá-lo por estas terras. Não como quem procura uma lembrança distante, mas como quem reconhece uma presença disseminada pela paisagem e pela memória. Ele está no cheiro do cacau, na lembrança das antigas fazendas, nas estradas abertas entre matas e roças, nas cidades erguidas sob o esplendor e as contradições da civilização cacaueira. Está também no mar da Bahia, nas ladeiras de Salvador, nas feiras, nos mercados, nos terreiros, nas cozinhas e nas ruas onde a vida popular pulsa com uma intensidade que sua literatura soube transformar em palavra.

Jorge Amado nasceu em 10 de agosto de 1912, no Sul da Bahia. Antes de pertencer ao Brasil e antes de conquistar leitores em tantas partes do mundo, pertenceu profundamente a este chão. E pertencer, nesse caso, significa muito mais do que registrar um lugar de nascimento em sua biografia. Significa reconhecer uma geografia afetiva, histórica e humana que participou decisivamente da formação de seu olhar e que, mais tarde, seria transfigurada pela literatura.

Foi aqui que seus olhos começaram a aprender a humanidade.

O Sul da Bahia que se apresentou ao menino Jorge Amado não era apenas uma paisagem de extraordinária exuberância natural. Era uma sociedade em formação, atravessada pela expansão da lavoura cacaueira, pela riqueza que dela emergia, pelas disputas em torno da terra, pela força dos grandes proprietários e pelo trabalho de uma multidão de homens e mulheres sobre cujos braços se edificava a prosperidade regional.

Era um território de contrastes: abundância e privação, poder e vulnerabilidade, violência e esperança, mando e resistência conviviam muito próximos uns dos outros.

Foi nesse universo que Jorge Amado começou a perceber que uma terra não é feita somente de rios, matas, estradas, cidades e plantações. Uma terra é feita, sobretudo, das vidas que nela se entrelaçam.

Essa compreensão ajuda a explicar a extraordinária força humana que mais tarde atravessaria sua obra. O cacau, em Jorge Amado, nunca seria apenas fruto; a fazenda nunca seria somente propriedade; a cidade nunca seria mero cenário. Por trás de cada elemento da paisagem existiriam relações de poder, trabalho, desejo, sofrimento, ambição, solidariedade e esperança.

A geografia se tornaria humana porque o escritor aprendera, desde cedo, a enxergar as pessoas que existiam dentro dela.

Nesse sentido, o pensamento do geógrafo brasileiro Milton Santos oferece uma chave particularmente fecunda para compreendermos essa relação entre Jorge Amado e o território que o formou. Ao conceber o espaço como realidade inseparável da sociedade e da história, Milton Santos nos ajuda a perceber que o território não se reduz à paisagem física: ele é também experiência humana acumulada, espaço transformado pelo trabalho, pelas relações sociais, pelos conflitos, pelas permanências e pelas mudanças.

É precisamente esse território humano que Jorge Amado levaria para a literatura.

Quando escreveu sobre o Sul da Bahia, não transportou simplesmente uma paisagem para dentro do romance. Transportou uma experiência histórica.

Em Cacau (1933), aproximou-se do universo dos trabalhadores das fazendas cacaueiras, revelando as condições de vida e as desigualdades que conviviam com a riqueza produzida pelos chamados frutos de ouro. Em Terras do Sem-Fim (1943) e São Jorge dos Ilhéus (1944), a região cacaueira aparece atravessada pelas forças que marcaram sua formação histórica: o trabalho, a riqueza, as disputas pela terra, as relações de poder, os sonhos de ascensão, as violências e as resistências.

O Sul da Bahia deixou, então, de ser apenas um ponto no mapa para adquirir dimensão literária.

Jorge Amado não apenas nasceu no Sul da Bahia. O Sul da Bahia também nasceu literariamente dentro de Jorge Amado.

Nasceu como memória, conflito, paisagem, personagem e linguagem. E, quando o escritor começou a oferecer seus livros ao mundo, levou consigo esse território que primeiro lhe ensinara a observar os homens.

Mas existe ainda outra dimensão fundamental: Jorge Amado aprendeu muito cedo a olhar para aqueles que a História oficial nem sempre enxergava.

E esse olhar atravessaria profundamente sua obra, fazendo da literatura um espaço de visibilidade para personagens e grupos humanos que, durante muito tempo, permaneceram à margem das narrativas dominantes.

Em Suor (1934), voltou-se para os moradores pobres de um cortiço de Salvador, reunindo naquele espaço vidas marcadas pela precariedade e pela luta cotidiana pela sobrevivência. Em Jubiabá (1935), colocou no centro da narrativa Antônio Balduíno, personagem negro cuja trajetória permite ao escritor percorrer questões relacionadas à pobreza, ao trabalho, à identidade, à cultura afro-baiana e à exclusão social.

Em Capitães da Areia (1937), foram os meninos abandonados que ganharam rosto, nome, história e humanidade. Em vez de reduzi-los à condição de problema social ou de delinquentes, Jorge Amado procurou revelar as crianças existentes por trás do estigma: seus medos, afetos, lealdades, sonhos, violências sofridas e desejos de pertencimento. Ao fazê-lo, deslocou o olhar do julgamento para a compreensão humana.

Mais tarde, em Gabriela, Cravo e Canela (1958), as transformações dos costumes e as tensões entre tradição e modernização ganhariam extraordinária força literária. Gabriela não é apenas personagem de uma história de amor: sua liberdade confronta convenções e expectativas sociais impostas à mulher.

Em Dona Flor e Seus Dois Maridos (1966) e Tieta do Agreste (1977), Jorge Amado voltaria a construir personagens femininas de enorme presença, por meio das quais também interrogaria convenções, moralidades e formas de controle social.

A cultura negra e as tradições afro-baianas alcançariam especial densidade em Tenda dos Milagres (1969), na figura de Pedro Archanjo e no universo cultural que o cerca. Ali emergem questões relacionadas ao racismo, ao preconceito, à mestiçagem, à intolerância e à desvalorização histórica dos saberes populares e das matrizes africanas na formação da sociedade brasileira.

Assim, trabalhadores, crianças abandonadas, negros, pobres, mulheres, habitantes dos cortiços, homens e mulheres das ruas, dos mercados, das roças e dos terreiros deixaram de constituir apenas a margem da paisagem social para ocupar o centro da criação literária.

É importante compreender a grandeza desse gesto.

Jorge Amado não lhes concedeu humanidade- reconheceu literariamente a humanidade que sempre lhes pertenceu. Deu-lhes presença narrativa, complexidade, desejos, contradições, afetos e história.

Talvez esteja justamente aí uma das marcas mais profundas de sua obra: onde a História oficial muitas vezes enxergou a multidão, Jorge Amado procurou enxergar pessoas.

O menino do Sul da Bahia aprendera que, por trás dos grandes acontecimentos, existem vidas anônimas; que, por trás da riqueza, existe trabalho; que, por trás das transformações de uma cidade, existem conflitos; e que, por trás da História escrita com letras maiúsculas, existem milhares de pequenas histórias sem as quais nenhuma sociedade pode verdadeiramente ser compreendida.

Seu universo, entretanto, continuaria a se alargar.

Vieram o mar e as ladeiras. Vieram os saveiros, as feiras, os mercados e os terreiros. Vieram as festas, os sabores, os cheiros e os mistérios da Bahia. Vieram Gabriela, Dona Flor, Tieta, Pedro Archanjo, Quincas Berro d’Água, os meninos de Capitães da Areia e uma multidão de personagens que parecem ter adquirido o extraordinário privilégio de sobreviver ao próprio autor.

Jorge Amado sabia criar gente.

Não apenas personagens.

Gente.

Homens e mulheres contraditórios, imperfeitos, apaixonados, sofridos, irreverentes, generosos, transgressores. Seres atravessados pelo desejo, pela fome, pelo preconceito, pela fé, pelo amor, pela esperança e pela necessidade humana de encontrar um lugar no mundo.

Talvez por isso continuemos a reconhecê-los.

A Bahia que emerge de seus livros não é silenciosa nem imóvel. Não é apenas paisagem oferecida à contemplação.

É uma Bahia que fala.

Fala através de seus homens e de suas mulheres. Fala através da fé e da festa, do sofrimento e da resistência, da sensualidade e da ternura, da injustiça e da esperança. Uma Bahia mestiça, plural, contraditória e profundamente humana.

Essa Bahia atravessou oceanos.

Os livros de Jorge Amado chegaram a numerosos países e idiomas, encontrando leitores pertencentes a culturas muito diferentes daquela em que suas histórias nasceram. Personagens saídos das terras do cacau e das ruas da Bahia passaram a falar outras línguas sem perder inteiramente o sotaque de sua origem.

Existe nisso uma bela lição sobre a literatura.

Para alcançar o universal, Jorge Amado não precisou deixar de ser baiano.

Precisou ser profundamente baiano.

Quanto mais mergulhou em sua terra, mais encontrou o ser humano. Quanto mais falou de sua gente, mais falou da humanidade. Quanto mais particular era a paisagem, mais universais se tornavam as paixões que nela habitavam.

O escritor que nasceu no Sul da Bahia chegou ao mundo sem abandonar o caminho de volta.

E nós, que vivemos nesta região, experimentamos diante de sua obra uma emoção particular. Quando lemos determinadas páginas de Jorge Amado, não visitamos apenas um território recriado pela literatura. Reconhecemos paisagens, memórias, modos de viver e fragmentos de uma história que também nos constitui.

Por isso, celebrar seus 114 anos de nascimento, aqui, possui uma dimensão que ultrapassa a homenagem literária.

É também um exercício de pertencimento.

Pertencer a uma terra não significa apenas ter nela nascido ou habitá-la. O pertencimento se constrói pela memória, pelas experiências compartilhadas, pelos símbolos que uma coletividade reconhece como seus e pelas narrativas por meio das quais um povo aprende a compreender a própria história.

É nesse ponto que literatura, memória e pertencimento se encontram.

Um povo não pertence verdadeiramente a um lugar apenas porque ocupa determinado espaço geográfico. Pertence também porque reconhece as histórias que ali foram vividas, preserva os nomes daqueles que ajudaram a interpretá-las e transmite às novas gerações os símbolos por meio dos quais essa experiência coletiva adquire sentido.

Jorge Amado tornou-se um desses símbolos.

Ao transformar o Sul da Bahia em matéria literária, ajudou também a transformar nossa experiência histórica em patrimônio cultural. Deu permanência, pela palavra, a um mundo que o tempo inevitavelmente modificaria.

Celebrá-lo, portanto, é mais do que recordar um grande escritor.

É reconhecer, através dele, uma parte de nós mesmos.

Para a Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL, essa memória possui significado ainda mais especial. Jorge Amado é Patrono da Cadeira nº 1, ocupada pelo escritor e jurista Dr. Vercil Rodrigues.

Existe uma simbologia particularmente expressiva nesse lugar que lhe foi reservado.

A primeira cadeira de uma Academia nascida no coração da região grapiúna guarda o nome de um escritor que partiu justamente deste chão para alcançar algumas das mais distantes geografias da literatura.

Uma cadeira acadêmica não guarda somente um nome.

Guarda uma memória, uma herança e uma responsabilidade.

Ao inscrever Jorge Amado entre seus patronos, a AGRAL reconhece uma linhagem cultural que pertence à própria identidade do Sul da Bahia e reafirma o compromisso de preservar, estudar e transmitir às novas gerações a memória daqueles que fizeram desta região território de criação, pensamento e literatura.

Jorge Amado faleceu em 6 de agosto de 2001.

A frase é historicamente verdadeira, mas literariamente parece insuficiente.

Porque morrer, para um escritor, talvez não signifique desaparecer.

Enquanto houver alguém abrindo Gabriela, Cravo e Canela e reencontrando uma sociedade atravessada por mudanças; enquanto os meninos de Capitães da Areia continuarem correndo pelas páginas; enquanto Terras do Sem-Fim devolver ao leitor os dramas da conquista das terras do cacau; enquanto Pedro Archanjo continuar enfrentando intolerâncias; enquanto Dona Flor, Tieta e Quincas continuarem provocando leitores, Jorge Amado permanecerá contrariando a ausência.

Os grandes escritores possuem essa forma particular de eternidade.

Deixam de estar entre nós, mas continuam dizendo.

Continuam perguntando.

Continuam inquietando.

Continuam contando.

Passados vinte e cinco anos de sua morte e chegados os cento e quatorze anos de seu nascimento, talvez devamos olhar menos para a distância que nos separa de Jorge Amado e mais para tudo aquilo que ainda nos aproxima dele.

A terra permanece.

As palavras permanecem.

As personagens permanecem.

E permanece, sobretudo, a extraordinária capacidade de sua literatura de devolver presença e dignidade àqueles que a História tantas vezes relegou às margens.

Neste 10 de agosto de 2026, celebrar Jorge Amado é celebrar mais do que a memória de um escritor. É reconhecer a força de uma obra que transformou o Sul da Bahia em território literário do mundo e fez de homens e mulheres de nossa terra personagens de uma narrativa universal.

Cento e quatorze anos depois daquele agosto de 1912, o menino grapiúna continua viajando.

Seus livros atravessaram mares.

Suas personagens aprenderam outras línguas.

Sua Bahia encontrou morada na imaginação de sucessivas gerações de leitores.

E, depois de percorrer o mundo, sua palavra continua sabendo o caminho de casa.

Talvez seja esse um dos mais belos destinos reservados a um escritor: pertencer ao mundo sem jamais deixar de pertencer à terra que primeiro lhe ensinou a olhar.

Assim, entre o 6 de agosto, que assinala sua partida, e o 10 de agosto, que celebra sua chegada à vida, resta-nos uma certeza que nenhum calendário consegue desfazer:

Jorge Amado permanece.

Permanece no Brasil.
Permanece na Bahia.
Permanece no Sul da Bahia.

E permanece, sobretudo, onde os grandes escritores aprendem a vencer definitivamente o tempo: na memória de seu povo e na eternidade da palavra.

Josanne Francisca Morais Bezerra

Presidente da Academia Grapiúna de Artes e Letras-AGRAL
Texto construído em momento de grande inspiração, na madrugada de 10 de agosto de 2026.

SALVADOR DEBATE NA BAND. ACM NETO E MANSUR CRITICAM PROBLEMAS DO ESTADO, E JERÔNIMO FOGE DE CONFRONTO DIRETO

 Ronaldo Mansur (PSOL), ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT)  Ronaldo Mansur (PSOL), ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) Crédito: Arisson Marinho/CORREIO DA BAHIA 

 

Debate entre candidatos a governador da Bahia promovido pela TV Band aconteceu na noite deste domingo (09) 

 

  O debate realizado pela TV Band, neste domingo (9), com os três candidatos ao governo da Bahia foi marcado por duras críticas dos oposicionistas à situação da segurança pública e da saúde no estado, principalmente por parte de ACM Neto (União Brasil). O encontro também teve como característica a tentativa do governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), de evitar o confronto direto com o ex-prefeito de Salvador em alguns momentos. 

  Apesar da expectativa de que Jerônimo confrontasse seu principal adversário, ACM Neto, o petista decidiu fugir do embate direto e optou por fazer a primeira pergunta a Ronaldo Mansur (PSOL). O governador ressaltou ações de sua gestão na área da educação e questionou o adversário sobre suas propostas para o setor.

 Mansur afirmou que o estado não precisa apenas ampliar o número de escolas públicas, mas também valorizar os professores. Ele criticou as contratações pelo Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) realizadas pelo governo estadual e apontou a insegurança enfrentada pelos profissionais. “Passam todo o período do ano sem saber se o contrato (do Reda) será renovado ou não”, atacou ele.

 O candidato do PSOL também se posicionou contra a aprovação automática - medida adotada no início do governo Jerônimo que permitiu que estudantes avançassem de série mesmo após reprovação em disciplinas e registro de faltas em aulas. “Nós somos totalmente contrários à aprovação automática”, ressaltou o socialista.

 Questionado por Mansur sobre seu posicionamento na eleição presidencial, ACM Neto afirmou que apoia Ronaldo Caiado (PSD) na disputa pelo Palácio do Planalto. O ex-prefeito lembrou que, durante a campanha eleitoral de 2022, Jerônimo declarou que resolveria os problemas da Bahia a partir da parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas afirmou que as principais pendências do estado permanecem. 

 Neto criticou ainda o governador por “transferir responsabilidade”. Ele recordou que, na semana passada, Jerônimo atribuiu ao presidente da República a situação precária das rodovias federais que cortam a Bahia. O petista rebateu e afirmou que não colocou a culpa em Lula pela situação das estradas. Irritado, pediu direito de resposta, mas a solicitação foi negada pelo corpo jurídico da Band.

 O ex-prefeito de Salvador aproveitou o momento para criticar também o desempenho da Bahia no Ideb, divulgado na semana anterior. Os dados apontaram resultados negativos do estado no Ensino Médio e nos anos finais do Ensino Fundamental.

 Na primeira oportunidade que teve de questionar Jerônimo diretamente, ACM Neto abordou dois dos principais problemas enfrentados pelo estado: a violência e a saúde. O ex-prefeito citou casos de pessoas que morreram enquanto aguardavam atendimento na fila da regulação e também vítimas da violência na Bahia.

 Jerônimo defendeu o legado de sua gestão e reagiu com críticas à administração municipal de Salvador. ACM Neto, então, rebateu o governador: “Eu fui testado e aprovado. Você foi testado e reprovado”, afirmou Neto, que comandou a prefeitura de Salvador por oito anos.

 Questionado pela jornalista Maria Lorena Alves sobre a situação da violência, Jerônimo voltou a afirmar que a questão é um “debate internacional” e ressaltou os investimentos realizados pelo governo estadual na área. Neto criticou a postura do governador: “Ele (Jerônimo) sempre faz isso. (Diz que) o problema é do prefeito, é de Lula, é internacional. Só não é dele. Mas, se Deus me der a oportunidade de ser governador, eu vou me envolver diretamente na solução da segurança pública no estado da Bahia”, declarou.

sábado, 8 de agosto de 2026

ILHEÚS. EDUCADORES DA RDE MUNICIPAL RECEBEM CERTIFICAÇÃO EM ROBÓTICA EDUCACIONAL

 Certificado Robótica  Melhorando ainda mais a Educação

 

 Formação contribui para ampliar as possibilidades de aprendizagem ativa nas escolas

 

 A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), realizou a entrega de certificados aos professores e gestores que concluíram a formação em Robótica Desplugada e Plugada. A capacitação foi realizada em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), com participação da Coordenação das Escolas de Tempo Integral.

 Durante a formação, os profissionais participaram de jogos, desafios, dinâmicas e atividades práticas voltadas ao uso da robótica no ambiente escolar. As experiências apresentadas poderão ser incorporadas às atividades pedagógicas das unidades, especialmente nas Escolas de Tempo Integral.

 A capacitação também trabalhou práticas relacionadas a competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), como criatividade, colaboração e resolução de problemas. Os participantes receberam, ainda, maletas pedagógicas com materiais para utilizar nas atividades com os estudantes. A entrega dos certificados marca a conclusão da formação, que integra as ações de formação continuada da rede municipal de ensino. 

 A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Ilhéus com a qualificação dos profissionais da educação e com a ampliação das possibilidades de aprendizagem nas escolas.



por Sucom

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

BUERAREMA. SAC MÓVEL COM SERVIÇOS GRATUITOS À POPULAÇÃO

 SAI - Dados Municipais - Câmara Municipal de Buerarema  Buerarema-Bahia

 

 Na Praça Domingos Cabral (De 07 a 11 de agosto)

 

 O SAC Móvel estará amanhã (07) na cidade de Buerarema, em frente à Prefeitura Municipal, atendendo à população com importantes serviços.

 Os serviços serão: Emissão da Nova Carteira de Identidade Nacional - CIN; Emissão de Antecedentes Criminais; Atendimento da Ouvidoria Geral do Estado e orientações sobre o Planserv.

 Para emitir a nova CIN, é necessário apresentar a Certidão de nascimento ou casamento (original) e CPF.

 Haverá atendimento nos dias 07, 08, 10 e 11 de agosto. No domingo, dia 09/08 não haverá atendimento.

 

 

Da Redação

Foto: Internet

Fonte: PMB  

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

SALVADOR. FALECEU O PROFESSOR E ESCRITOR IVANN KREBS MONTENEGRO

  Ivann Krebs Montenegro * 1937 - T 2026

 

Fundador e ex-presidente da AGRAL (2011 - 2013); (2013 - 2015) 

 

  Faleceu ontem (04) em Salvador (Hospital da Bahia), Ivann Krebs Montenegro.  Ivann Krebs Montenegro nasceu em Bom Retiro - SC, em 1937. Era escritor, professor, poeta, locutor de rádio, apresentador de TV e cerimonialista.

 Exercia o cargo atualmente de governador no Lions. Era membro da Academia Maçônica de Letras, Ciências e Artes da Região Grapiúna e da Academia de Pesquisas Literárias do Rio de Janeiro. Da Academia Grapiúna de Artes e Letras (fundada Academia Grapiúna de Letras) e “Membro Emérito Fundador”, primeiro presidente e “Presidente Emérito”. Ocupava a Cadeira de nº 02, cujo patrono é Telmo Padilha.

 

 

Da Redação

Foto: Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL

Fonte: Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL

ITABUNA. FALECEU A PROFESSORA ANA CAROLINA DE MELO SILVA

 Pode ser uma imagem de óculos Ana Carolina de Melo Silva

 * 09/03/1980 - T 04/08/2026


Faleceu ontem (04), a professora  Ana Carolina de Melo Silva. Ela era sobrinha da profesora aposentada da UESC, Dinalva Melo e filha de Divaldo Melo  

 

 

 Professora da rede municipal de ensino e do Instituto Municipal Teosópolis, Ana Carolina também atuava na Sala de Inclusão, programa responsável pelo atendimento hospitalar e domiciliar de alunos impossibilitados de frequentar a escola em razão de internações ou problemas de saúde. Seu trabalho permitia que esses estudantes mantivessem o vínculo com a aprendizagem, evitando a interrupção do processo educacional em momentos de maior fragilidade.

 O velório teve início às 18h30 na Igreja Batista Teosópolis, localizada na Avenida Félix Mendonça, nº 75, bairro Conceição, em Itabuna. O culto fúnebre será realizado nesta quarta-feira (5), às 14h, no mesmo local. O sepultamento está previsto para as 15h30, no Cemitério Parque de Itabuna.

 

 

Do Pimenta Blog

Linha Fina: Jornal e Blog Correio dos Municípios

ILHÉUS. PREFEITURA FORTALECE A QUALIFICAÇÃO DOS TRABALHADORES DO SUAS COM CAPACITAÇÃO PERMANENTE

 Qualificação SUAS   Foto: Nadson Stolze  

 

 Orientação técnica reúne profissionais e instituições parceiras para aprimorar as ações da assistência social


 A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, realiza ações de qualificação das equipes que atuam na rede socioassistencial do município. Nesta terça-feira (4) e quarta-feira (5), servidores participam de uma orientação técnica promovida pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Bahia (SEADES), em parceria com o Fórum Regional de Assistência Social (FRAS), o Projeto Agir Mais/PROEX da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), a Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (AMURC) e o Projeto Forte SUAS.

 A iniciativa integra a política de Educação Permanente da Secretaria Municipal e contribui para a atualização das equipes e o aprimoramento dos serviços prestados à população. A formação também fortalece a atuação dos profissionais que integram o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

 Durante os dois dias de capacitação, os profissionais participam de atividades sobre o Trabalho Social com Famílias no PAIF, o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), o PAEFI, a elaboração do Plano Municipal de Educação Permanente e o Registro Mensal de Atendimento (RAF).

 A secretária de Promoção Social e Combate à Pobreza, Sayonara Machado, destacou que a formação continuada das equipes contribui para qualificar o atendimento às famílias e fortalecer a garantia de direitos.

 A Prefeitura de Ilhéus mantém a qualificação dos profissionais como parte das ações de fortalecimento da política de assistência social. A iniciativa busca aprimorar continuamente os serviços e ampliar a qualidade do atendimento prestado à população



por Sucom

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

ITABUNA. FALECEU O MONSENHOR AUXÊNCIO COSTA ALVES NASCIMENTO

 

   Auxêncio Costa Alves Nascimento

* 16/02/1929 - T 03/08/2026 

 

Que sofria de Alzheimer. Perda irreparável 

 

  A Diocese de Itabuna comunicou hoje (03), com muito pesar, o falecimento do Monsenhor Auxêncio Costa Alves Nascimento. Ele atuava como pároco da Paróquia Nossa Senhora da Conceição há 27 (vinte e sete anos) no Apostolado da Oração, como assistente espiritual.

  Monsenhor Auxêncio também atuou como assistente espiritual do Apostolado da Oração da Diocese de Itabuna, missão desempenhada entre os episcopados de Dom Paulo Lopes de Faria e Dom Ceslau Stanula.

 Na política, atuou como prefeito da cidade de Camacã (BA), tomando posse em 1º de fevereiro de  1973, quando ainda padre. Também foi professor do Colégio Estadual de Itabuna, lecionando as matérias de Língua Portuguesa e a extinta Educação Moral e Cívica - EMC.

 Em nota, a Diocese manifestou pesar pela perda e convidou os fiéis a elevarem orações ao Sagrado Coração de Jesus, com relação ao descanso da alma do sacerdote, o qual prestou também relevantes serviços nas áreas sociais em geral.   

  O velório começou hoje às 20 horas, na Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Amanhã (04), às 10h00, haverá a Missa de Corpo Presente . O sepultamento acontecerá às 13h30, no Cemitério Campo Santo em Itabuna.

 

 

Da Redação

Foto: Pimenta Blog

Fonte: Diocese de Itabuna 

BAHIA. PARANÁ PESQUISAS. ACM NETO LIDERA DISPUTA AO GOVERNO DA BAHIA NO 1º TURNO

 O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), pré-candidato ao governo da Bahia Em um segundo cenário estimulado, que reduz as opções e simula uma disputa mais concentrada, ACM Neto consolida a dianteira e vai a 50,9% das intenções de voto Reprodução / União Brasil

 

 Atual governador Jerônimo Rodrigues aparece na segunda colocação


 Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (3) pelo instituto Paraná Pesquisas aponta que ACM Neto (União) lidera a corrida eleitoral para o governo da Bahia em 2026. No principal cenário estimulado, o ex-prefeito de Salvador registra 48,9% das intenções de voto.
 O atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece na segunda colocação, somando 38,7% da preferência do eleitorado baiano. A distância entre os dois candidatos é de 10,2 pontos. A pesquisa tem margem de erro de 2,7 pontos percentuais.
 Entre os demais nomes testados no levantamento, Ronaldo Mansur atinge 0,7%. Na sequência, os candidatos Aroldo Félix e José Estêvão registram 0,1% cada. Votos em branco, nulos e opções por nenhum candidato somam 7,0%, enquanto 4,4% não souberam ou não opinaram.
  Em um segundo cenário estimulado, que reduz as opções e simula uma disputa mais concentrada, ACM Neto consolida a dianteira e vai a 50,9% das intenções de voto. O embate direto ilustra a polarização no Estado.
 Nesta mesma simulação, o governador Jerônimo Rodrigues alcança 40,0%. Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou em nenhum representam 6,1% deste recorte, enquanto 2,9% não souberam responder.
 Na corrida para o Senado Federal, que contará com duas vagas em disputa para 2026, o cenário é dominado pelo PT. Rui Costa (PT) lidera com 44,6%, seguido de perto por Jaques Wagner (PT), com 35,1%. João Roma (PL) aparece com 24,1% e Angelo Coronel (PSD) tem 21,9%.
 
  No quesito de rejeição eleitoral, o atual governador Jerônimo Rodrigues lidera o índice, com 41,0% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. ACM Neto é rejeitado por 28,2% do eleitorado baiano.
 A lista de rejeição segue com Ronaldo Mansur (14,4%), Aroldo Félix (13,6%) e José Estêvão (12,0%). Um grupo de 8,6% afirmou que poderia votar em todos os nomes apresentados pelo instituto.
 Apesar de liderar a rejeição à próxima eleição, a atual gestão executiva de Jerônimo Rodrigues preserva saldo positivo. O levantamento indica que 55,2% dos baianos aprovam a administração, contra 41,5% que a desaprovam. A soma das avaliações “ótima” e “boa” atinge 39,9%.
 A Paraná Pesquisas entrevistou 1.400 eleitores entre 31 de julho e 02 de agosto de 2026, por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais. A margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95,0%. O levantamento foi contratado por Paraná Pesquisas e está registrado no TSE sob o protocolo BA-03043/2026.
 
 

 Da JovemPan 

sábado, 1 de agosto de 2026

ILHÉUS. LUH OLIVEIRA - PRESIDENTE DA ACADEMIA DE LETRAS DE LHÉUS REPRESENTA A LITERATURA SULBAIANA NA FLIP

    

 

Festa Literária Internacional de Paraty

 

 A escritora, professora e poeta Luh Oliveira, presidente da Academia de Letras de Ilhéus, participou de uma extensa programação durante a Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), um dos mais importantes eventos literários da América Latina.

 Ao longo de três dias, a autora integrou lançamentos de livros, mesas de debate, rodas de conversa, saraus e sessões de autógrafos, participando de atividades na Praça Aberta da FLIP e em importantes espaços independentes da programação paralela, como a Casa Escreva, Garota!, a Casa Gueto e a Casa Ópera. Esses espaços se consolidaram como pontos de encontro entre escritores, editoras, leitores e agentes culturais de todo o país, ampliando a diversidade de vozes presentes na festa literária.

 Entre os momentos marcantes da passagem por Paraty, Luh Oliveira encontrou a escritora e filósofa Djamila Ribeiro pelas ruas da cidade. As duas conversaram sobre literatura e registraram o encontro em fotografias. Para a autora ilheense, foi uma oportunidade especial de reencontrar uma das mais importantes vozes da literatura e do pensamento brasileiro contemporâneo.

 Para Luh Oliveira, a participação representa um momento importante de sua trajetória e também da literatura produzida no sul da Bahia.

 “Estar na FLIP é uma oportunidade de dialogar com leitores e escritores de diferentes regiões do Brasil, apresentar minha produção literária e representar Ilhéus, o sul da Bahia e a Academia de Letras de Ilhéus em um dos mais relevantes encontros da literatura brasileira. É um espaço de troca, de aprendizagem e de fortalecimento da nossa identidade cultural.” 

 Com quase vinte anos de atuação literária, Luh Oliveira segue ampliando sua presença no cenário nacional, levando a produção cultural do sul da Bahia para importantes eventos do país e reafirmando o papel da literatura como instrumento de formação, diálogo e transformação.

 

 

Matéria do Jornal Maçônico: O Compasso 

ITABUNA. PARABÉNS AOS 15 ANOS DO JORNAL MAÇÔNICO: O COMPASSO

  Deputado Marcone Amaral

 

 Celebrar os 15 anos do Jornal O Compasso é reconhecer uma trajetória construída com dedicação, compromisso e relevante contribuição à comunicação da comunidade maçônica.

 Registro minhas sinceras felicitações a toda a equipe do jornal, em especial ao irmão Vercil, cuja liderança, perseverança e espírito de serviço transformaram O Compasso em um importante instrumento de integração, informação e valorização dos princípios que unem a Maçonaria.

 Ao longo desses quinze anos, o jornal tem cumprido uma missão que vai além de informar: tem preservado a memória, fortalecido os laços fraternos e dado visibilidade às ações que engrandecem a Ordem e beneficiam a sociedade.

 Recebam meu abraço fraterno e os votos de que esta história de sucesso continue inspirando novas gerações, sempre guiada pela ética, pela verdade e pelo compromisso com o bem comum.

 Parabéns pelos 15 anos do Jornal O Compasso! Que esta caminhada siga firme, iluminando os caminhos da comunicação maçônica e fortalecendo os valores da nossa Ordem.

 

 

Marcone Amaral
Deputado Estadual – Bahia

ILHÉUS AMPLIA DIGITALIZAÇÃO DE SERVIÇOS COM EMISSÃO ONLINE DE SEGUNDA VIA DE IPTU

 Logo Prefeitura  

 

 

 Serviço simplifica acesso ao documento e evita deslocamentos aos pontos de atendimento

 

 Os contribuintes de Ilhéus já podem emitir a segunda via do IPTU anual diretamente pela plataforma ba.gov.br. O novo serviço digital permite acessar o documento a qualquer hora, sem a necessidade de comparecer a um posto de atendimento, tornando o processo mais ágil e acessível.

 Disponível para proprietários de imóveis no município, a ferramenta possibilita a emissão das cotas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) de forma totalmente online. O serviço pode ser utilizado por cidadãos que possuam imóveis em seu CPF ou informando a inscrição imobiliária.

 Além da praticidade, a plataforma oferece benefícios como mais segurança no acesso às informações, redução do uso de papel e disponibilidade 24 horas por dia, todos os dias da semana. A iniciativa também contribui para tornar o atendimento público mais eficiente, reduzindo deslocamentos e facilitando o acesso aos serviços municipais.

 Para utilizar o serviço, basta acessar o portal ba.gov.br, fazer login com CPF e senha ou por meio da conta Gov.br, pesquisar por “Solicitar Emissão de 2ª Via de IPTU – Prefeitura de Ilhéus”, informar a inscrição do imóvel, selecionar o exercício desejado e emitir o documento ou optar pelo recebimento via WhatsApp. Com a novidade, os contribuintes passam a contar com mais uma alternativa digital para acessar o serviço de forma rápida, segura e sem sair de casa.



por Sucom

sexta-feira, 31 de julho de 2026

BAHIA. ELEIÇÕES: ACM NETO E JERÔNIMO EMPATAM NOS DOIS TURNOS NO ESTADO

 HERANÇAS - ACM Neto e Jerônimo: representantes de grupos hegemônicos voltam a duelar na Bahia  ACM Neto (À esquerda). Jerônimo Rodrigues, à direita da foto. ACM Neto cresce entre o eleitorado baiano. 

 

 Segundo Pesquisa Genial/Quaest

 

  Pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje, mostra o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil) e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), tecnicamente empatados na disputa pelo governo do estado, com 39% e 38% das intenções de voto, respectivamente, no primeiro turno.

  Em um eventual segundo turno, ACM Neto aparece com 43%, contra 39% de Jerônimo — eles também empatam na margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou menos.

 Para o Senado, o ex-ministro Rui Costa (PT) tem 22% das intenções de voto. Em seguida, vem o senador Jaques Wagner (PT), com 16%. Os dois nomes apoiados pelo presidente Lula empatam no limite da margem de erro…

 

 Primeiro turno - estimulada

 A Quaest testou dois possíveis cenários de primeiro turno. Veja os números da pesquisa estimulada, quando o eleitor recebe uma lista com os nomes dos pré-candidatos:

Cenário 1

    ACM Neto (União Brasil): 39%
    Jerônimo Rodrigues (PT): 38%
    Aroldo Felix (UP): 1%
    Ronaldo Mansur (PSOL): 1%
    José Estêvão (DC): 0
    Indecisos: 13%
    Branco/Nulo/Não vai votar: 8%

Cenário 2

    ACM Neto (União Brasil): 39%
    Jerônimo Rodrigues (PT): 38%
    Aroldo Felix (UP): 1%
    Ronaldo Mansur (PSOL): 1%
    Indecisos: 14%
    Branco/Nulo/Não vai votar: 7%… 

 

 Segundo turno

ACM Neto tem quatro pontos de vantagem sobre Jerônimo Rodrigues - empate dentro da margem de erro.

    ACM Neto (União Brasil): 43% (era 41% em abril)
    Jerônimo Rodrigues (PT): 39% (era 38%)
    Indecisos: 11% (era 12%)
    Branco/Nulo/Não vai votar: 7% (era 9%)… 



Do UOL

Legenda na Foto: Jornal e Blog Correio dos Municípios (Itabuna-Bahia)