terça-feira, 1 de setembro de 2026

ITABUNA. A MOLDURA VAZIA, QUANDO O CINEMA INTERROGA O TEMPO , A MEMÓRIA, A EXISTÊNCIA, A VELHICE E AQUILO QUE RESTA DE NÓS

                                

 

Com roteiro de Luiz Cláudio Zumaêta Costa, atuação de Aldo Bastos, direção de Vitor Augusto Xavier e montagem e pós-produção de Vitor Augusto Xavier e Ademilton Batista, curta transforma objetos cotidianos em reflexão sobre tempo, memória, existência, velhice, ausência e identidade

 

  Em preto e branco, entre um quarto, medicamentos, uma televisão, molduras sem fotografias e uma mala, A Moldura Vazia constrói uma narrativa de poucos elementos e muitas inquietações. O curta-metragem desloca o espectador para um território em que memória, envelhecimento, solidão e identidade se confundem, conduzindo a uma pergunta que ultrapassa a história particular de seu protagonista: o que permanece de nós quando aqueles que participaram de nossa vida já não estão presentes? 
 O roteiro é de Luiz Cláudio Zumaêta Costa, escritor, historiador, professor, pesquisador e dramaturgo, Membro Efetivo da Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL, ocupante da Cadeira nº 28, cujo patrono é Manoel Sampaio Lins. Zumaêta também realiza participação especial no filme. A obra tem Aldo Bastos como protagonista e direção de Vitor Augusto Xavier. A montagem e a pós-produção são assinadas por Vitor Augusto Xavier e Ademilton Batista. 
A narrativa começa antes mesmo que o rosto do personagem seja revelado.
Primeiro aparecem molduras vazias.
Não há fotografias. Não há rostos.
 O gesto cinematográfico é simples, mas estabelece desde o início uma das metáforas centrais da obra: aquilo que foi criado para conservar uma imagem passa a testemunhar justamente a ausência dessa imagem. A moldura torna-se, assim, não apenas um objeto de cena, mas uma espécie de vestígio - o lugar onde alguma presença existiu e de onde agora só permanece a memória. 
É depois desse prólogo silencioso que surge o protagonista.
 No quarto, comprimidos e frascos de medicamentos anunciam a vulnerabilidade do corpo. Ao acordar sobressaltado e deixar cair os comprimidos, o homem desespera-se:
“Minhas pílulas, minhas pílulas.”
 O corpo envelhecido passa a ocupar o centro da narrativa. Não como simples imagem de decadência, mas como corpo atravessado pelo tempo e ainda habitado por desejos, lembranças, medos e vontade. A interpretação de Aldo Bastos é fundamental justamente porque grande parte da história precisa ser narrada fisicamente: pelo rastejar no chão, pelas mãos levadas à cabeça, pela hesitação diante da porta, pelos deslocamentos pelo quarto e pela caminhada final. 
Pouco depois, surge uma enorme serpente.
 A reação do homem - “Não. De novo, não.” - informa mais do que explica. A expressão “de novo” indica que aquele tormento possui uma história anterior, embora o filme se recuse a encerrá-lo numa definição. Pode tratar-se de medo, lembrança, delírio, ameaça ou imagem interior. O espectador não recebe uma resposta pronta.
Essa recusa à explicação definitiva se tornará uma das características mais interessantes de A Moldura Vazia.
Em contraste com o medo, a televisão apresenta algo aparentemente banal: pastéis.
 O personagem reage:
“O pastel de coalhada. Eu gosto muito de pastel de coalhada, eu gosto, eu gosto.”
Durante alguns instantes, uma lembrança sensorial parece devolver ao homem algo de sua identidade. Em meio à desorientação, ele ainda sabe do que gosta.
Mas a pequena alegria transforma-se imediatamente em ausência:
“Meus amigos, minha mulher, minhas amantes, meus cães, onde estão vocês?”
É nessa passagem que o filme revela uma de suas intuições mais delicadas: certas lembranças não chegam por grandes acontecimentos. Um sabor pode reabrir um tempo inteiro.
E, quando o passado regressa, regressam também aqueles que o habitavam. 
A pergunta “Onde estão vocês?” não parece buscar um endereço.
É dirigida ao tempo.
À memória.
À ausência.
 O homem não pergunta por bens, títulos ou conquistas. Pergunta por amigos, pela mulher, pelas amantes, pelos cães. A vida é recomposta não por aquilo que foi acumulado, mas pelos vínculos através dos quais aquele homem amou, desejou, foi reconhecido e acompanhado. 
Essa dimensão torna-se ainda mais poderosa quando a televisão volta a ligar.
Desta vez, o protagonista encontra a própria imagem.
Há, então, uma espécie de desdobramento: o homem atormentado observa uma versão de si que fala de maneira serena e contemplativa. O homem que sofre parece ouvir o homem capaz de colocar seu sofrimento em palavras.
A voz diz:
“Eu guardei teu rosto numa moldura, e a moldura, de tanto guardar, esvaziou.”
E acrescenta:
“Não foi o tempo que apagou tua cara, fui eu, de tanto olhar sempre.”
A moldura vazia deixa, nesse instante, de dizer respeito somente aos outros.
Começa também a falar daquele que permanece.
O filme desloca sua questão central: não se trata apenas de perguntar onde estão aqueles que desapareceram, mas também quem se torna aquele que ficou depois de tantas perdas. 
A lembrança dos ausentes é construída por pequenos detalhes.
A mulher que roncava baixinho.
O amigo que sorria com a boca cheia.
A amante que lhe ensinou o prazer e o medo de amar.
O cachorro que o esperava à porta.
Não são grandes feitos. São intimidades.
E é justamente nesse inventário do aparentemente banal que o roteiro alcança uma de suas maiores forças.
Uma vida pode ser registrada em documentos, títulos e datas. Mas a memória íntima utiliza outra medida de importância: às vezes, o que sobrevive de alguém é um gesto que ninguém mais consideraria memorável.
O filme parece dizer que aquilo que permanece de uma vida talvez esteja justamente nessas pequenas formas de presença.
Mais adiante, o protagonista dirige-se ao telefone, mas não consegue realizar a comunicação.
Existe um telefone.
Falta alguém do outro lado.
A imagem dialoga com a própria moldura: uma foi construída para conter um rosto; o outro, para alcançar uma voz. Ambos permanecem, enquanto as relações que lhes davam sentido já não podem ser recuperadas da mesma maneira. 
A certa altura, a voz afirma:
“Todos vocês cabem nesta moldura vazia, cabem, porque não cabem em lugar nenhum.”
Então, o homem da televisão coloca a moldura diante do próprio rosto.
Talvez esteja aí uma das imagens mais perturbadoras do curta.
O homem que procurava os ausentes passa também a ocupar simbolicamente o lugar da ausência.
Não porque necessariamente esteja desaparecendo fisicamente, mas porque percebe a distância entre aquele que agora é e as muitas versões de si que pertenceram a outros tempos.
Essa reflexão chega à sua formulação mais contundente quando a voz menciona a experiência de envelhecer e conclui:
“E ter saudade de si.”
 A frase oferece ao filme uma chave existencial particularmente poderosa.
Porque sentir saudade de si não significa simplesmente desejar voltar à juventude.
Pode significar reconhecer que determinadas versões de nós mesmos permanecem acessíveis apenas pela memória.
O homem que dormia ao lado daquela mulher, o amigo entre amigos, o amante, aquele cuja chegada era esperada por um cachorro - todos continuam pertencendo à sua história, mas já não podem voltar a existir exatamente daquela maneira.
A pergunta passa então a ser inevitável:
Quem somos quando já não estão conosco aqueles que sabiam quem éramos?
 A questão confere ao filme uma dimensão que ultrapassa a velhice. Fala sobre algo fundamental da experiência humana: parte de nossa identidade é construída também no olhar dos outros. Quando essas testemunhas desaparecem, perdemos não apenas alguém de quem nos lembrávamos; perdemos também alguém que se lembrava de nós. 
Na parte final do filme, três objetos sintetizam essa arquitetura simbólica: a moldura, a mala e a porta.
 A moldura guarda o lugar daquilo que já não está.
A mala recebe as molduras, transformando a memória em bagagem.
A porta abre-se para aquilo que ainda não conhecemos.
O protagonista guarda as molduras vazias, fecha a mala e parte.
Há nesse gesto uma mudança discreta, mas fundamental.
Durante grande parte da narrativa, os acontecimentos recaem sobre ele: os comprimidos caem, a serpente surge, a televisão se acende, as lembranças irrompem.
No final, porém, ele age.
Pega a mala.
Guarda as molduras.
Fecha-a.
Sai.
Atravessa o corredor.
Continua.
Não é possível afirmar que essa decisão represente libertação, cura ou superação. O próprio filme impede uma leitura tão simples.
Quando o homem passa pela recepção do hotel, alguém chama:
“Senhor, um minutinho... O senhor não pode sair... Senhor, por favor...”
O funcionário tenta alcançá-lo.
Não consegue.
O homem segue.
E não sabemos por quê.
Não sabemos para onde vai.
O filme termina justamente aí.
Essa indeterminação é uma das maiores virtudes de A Moldura Vazia. Explicar o destino do personagem talvez significasse retirar do filme aquilo que ele construiu desde a primeira imagem: um espaço que permanece deliberadamente sem preenchimento.
A obra começa com molduras vazias.
Termina com uma pergunta aberta.
Entre uma imagem e outra, constrói uma reflexão sobre memória, identidade, envelhecimento e ausência sem abandonar a dimensão humana das pequenas coisas.
 O preto e branco reforça essa atmosfera, funcionando menos como ornamento visual e mais como uma espécie de gramática da memória. A direção de Vitor Augusto Xavier sustenta a fronteira entre realidade e interioridade; a montagem e a pós-produção desenvolvidas com Ademilton Batista articulam as passagens entre lembrança, visão e presente; a atuação de Aldo Bastos empresta corpo ao tormento; e o roteiro de Luiz Cláudio Zumaêta Costa faz emergir questões filosóficas de objetos absolutamente cotidianos. 
Moldura, telefone, pastel, comprimidos, porta, mala.
Poucas coisas.
Mas cada uma termina carregando um mundo.
A Moldura Vazia talvez não seja, afinal, somente uma narrativa sobre envelhecer.
É uma obra sobre o que acontece quando aquilo que um dia esteve ao redor de nós passa a existir principalmente dentro de nós.
No final, o homem continua caminhando.
A moldura conserva a ausência.
A mala leva a memória.
A porta abre o desconhecido.
E o espectador permanece diante da pergunta.
Talvez porque algumas histórias terminem justamente onde começa aquilo que cada um de nós ainda precisa responder.

 

 


Josanne Francisca Morais Bezerra
Presidente da Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL

PORTO SEGURO. QUASE 500 PEIXES DE ESPÉCIE INVASORA SÃO RETIRADOS DO MAR

 Quase 500 peixes de espécie invasora são retirados do mar em Porto Seguro,  na Bahia | Jornal Correio  Quase 500 peixes foram retirados do mar pelos pescadores 

 

 Ação paga R$ 10 por exemplar capturado por pescadores e terá incentivo mantido por mais 30 dias

 

 Uma ação realizada em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, retirou aproximadamente 500 peixes-leão do mar em apenas um mês. A iniciativa reúne a Colônia de Pescadores e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Causa Animal (Semac) e busca reduzir a presença da espécie invasora na região. 

 Os pescadores recebem R$ 10 por cada peixe-leão capturado. Os exemplares são entregues à Colônia e, posteriormente, encaminhados para a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), onde passam a integrar pesquisas científicas. 

 Na universidade, os animais serão contabilizados e terão peso e tamanho registrados. Os pesquisadores também vão analisar características como alimentação, genética, origem e comportamento. Outra frente dos estudos será avaliar o beneficiamento do pescado e a possibilidade de aproveitamento da espécie em uma cadeia produtiva. 

 A ação deve continuar. Segundo a Prefeitura de Porto Seguro, o pagamento pelo incentivo à captura será mantido por mais um mês. O peixe-leão passou a ser registrado na Bahia em 2025, quando foi identificado em Maraú, no baixo sul do estado. A espécie é natural do oceano Indo-Pacífico e é considerada invasora nos locais onde não pertence originalmente ao ecossistema. Um dos motivos de preocupação é a capacidade de expansão da população.

 O animal se reproduz várias vezes ao ano e pode produzir milhares de ovos e larvas. Além disso, tem alimentação intensa e não costuma ser identificado como presa pelos possíveis predadores presentes nesses ambientes, favorecendo sua disseminação. O contato também pode representar perigo para seres humanos. Na fase adulta, o peixe-leão pode apresentar 18 espinhos venenosos, capazes de provocar dores e náuseas e, em situações mais graves, até convulsões. 

 

 

Do Correio da Bahia 

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

BRASIL. VIOLÊNCIA NA BAHIA CONSTRANGE LULA NO JN - QUE FALA EM "FALTA DE INTELIÊNCIA" CONTRA O CRIME.

 Violência na Bahia constrange Lula no JN, que fala em “falta de inteligência” contra o crime Jero (governador da Bahia), à esquerda. Lula (presidente do Brasil, à direita da foto). Jerônimo quer mais 4 anos para resolver o problema da IN (segurança no estado), dizendo que o povo quer mudança. Mas o PT já está aqui há 20 anos..

 

A média de  Violência na Bahia supera amplamente a média nacional. Está alarmante! 

 

A violência na Bahia constrangeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, nesta quarta-feira (27). Questionado sobre os índices de criminalidade no estado, governado pelo PT há 20 anos e com cinco cidades entre as dez mais violentas do Brasil, Lula evitou apontar responsabilidades sobre a situação baiana e preferiu ampliar a discussão para outros estados.

“Você está sendo injusto com a Bahia. Nenhum governador do Brasil, nenhum conseguiu resolver o problema de segurança pública. Nenhum conseguiu segurar”, afirmou.

Na sequência, Lula citou Rio de Janeiro e São Paulo para relativizar a cobrança sobre a Bahia.

“Se você pegar do Rio de Janeiro, ninguém conseguiu. Ninguém”, disse o presidente.

 Diante da pressão, Lula reconheceu que o combate ao crime exige uma mudança na estratégia, mas apresentou como solução uma agenda ainda a ser implementada pelo governo federal.

 “Ninguém consegue resolver. Só vai conseguir se a gente tiver muito investimento inteligente. É isso que eu quero fazer”, afirmou.

 O presidente defendeu a criação de um Ministério da Segurança Pública e uma reforma constitucional para ampliar a coordenação federal no combate à criminalidade.

 “O que eu quero fazer é a reforma da PEC. Nós vamos criar o Ministério da Segurança Pública”, declarou Lula.Ele também prometeu redefinir as atribuições da Polícia Federal nos estados.“Nós vamos definir qual é o papel da Polícia Federal no estado”, afirmou.

 

 

Matéria Do Se Ligue Bahia

Legenda na Foto: Jornal Correio dos Municípios (Itabuna)

Linha Fina: Jornal Correio dos Municípios (Itabuna)  

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

ILHÉUS CAPACITA ENFERMEIROS DA REDE MUNICIPAL PARA COLOCAÇÃO DE IMPLANON

 implanon 

 

 Formação prepara profissionais para ampliar o acesso ao método contraceptivo de longa duração na rede de saúde

 

  A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), realizou quatro dias de capacitação com enfermeiros da rede municipal para a colocação do Implanon. O método é um pequeno implante hormonal colocado sob a pele do braço e disponibilizado pelo Ministério da Saúde. Ele previne a gravidez por até três anos, sem a necessidade de uso diário de comprimidos ou aplicações periódicas de injeções contraceptivas.A formação reuniu atividades teóricas e práticas voltadas à oferta do método na rede municipal.. De acordo com Glacyanne Henriques, enfermeira e supervisora da Atenção Primária nas zonas Centro e Norte de Ilhéus, a capacitação é importante para a qualificação das equipes e a oferta do método no município.

 Neste primeiro momento, o contraceptivo será destinado aos públicos definidos pelas normas para o estado da Bahia, incluindo mulheres em situação de vulnerabilidade, pessoas em situação de rua, adolescentes de 14 a 17 anos, mulheres vivendo com HIV, usuárias do medicamento talidomida e pacientes que apresentam contraindicação aos métodos contraceptivos tradicionais.As interessadas devem procurar a unidade de saúde mais próxima para receber orientações e verificar se atendem aos critérios necessários para utilizar o método.A capacitação contou com o apoio e o acompanhamento da Organon Farmacêutica, laboratório responsável pela fabricação do Implanon no Brasil. A formação contribui para a qualificação dos profissionais que atuarão na oferta do método na rede municipal.

 

Por ASCOM SESAU

BRASIL. PESQUISA PODER'AYA INDICA EMPATE TÉCNICO ENTRE LULA E BOLSONARO NO PRIMEIRO E SEGUNDO TURNOS

 Pesquisa Poder/Aya indica empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no 1º e no 2º turnosO presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro. Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

 

 O petista aparece numericamente à frente do principal adversário nos dois cenários, mas a diferença é inferior à margem de erro 

 

 O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados na disputa de primeiro e segundo turno das eleições presidenciais, segundo pesquisa publicada nesta quinta-feira pelo PoderData (vinculado ao site Poder360) e o aplicativo AyaBancah. Lula aparece numericamente à frente de Flávio nos dois turnos. Entretanto, com a margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, as diferenças não são suficientes para garantir a liderança. 

 A pesquisa mostrou oscilação para baixo no percentual de intenção de votos de Lula, que somava 41% no último levantamento de primeiro turno do mesmo instituto, publicado em 13 de agosto. Entretanto, o cenário é diferente, já que naquela pesquisa o nome de Pablo Marçal (PRTB) não foi incluído. Wilson Grassi (Democrata), que não pontuou nesta pesquisa, também não era apresentado como alternativa no levantamento anterior. 

 Foram testados, ainda, outros três cenários de segundo turno. Em dois deles há empate técnico. 

 Veja os percentuais:

Primeiro turno

 Lula (PT) – 38%• Flávio Bolsonaro (PL) – 35%• Ronaldo Caiado (PSD) – 4%• Renan Santos (Missão) – 4%• Augusto Cury (Avante) – 4%• Pablo Marçal (PRTB) – 3%• Romeu Zema (Novo) – 2%• Hertz Dias (PSTU) – 2%• Edmilson Costa (PCB) – 1%• Samara Martins (UP) – 1%• Clariana Barão (DC) – 0%• Rui Costa Pimenta (PCO) – 0%• Wilson Grassi (Democrata) – 0%• Branco/nulo – 5%• Não sabe – 2%

Segundo turno – cenário 1• Lula (PT) – 45%• Flávio Bolsonaro (PL) – 44%• Branco/nulo – 9%• Não sabe –

 2%Segundo turno – cenário 2• Lula (PT) – 44%• Renan Santos (Missão) – 37%• Branco/nulo – 16%• Não sabe – 3%Segundo turno – cenário 3• Lula (PT) – 44%• Romeu Zema (Novo) – 43%• Branco/nulo – 10%• Não sabe – 

2%Segundo turno – cenário 4 Ronaldo Caiado (PSD) – 44%• Lula (PT) – 43%• Branco/nulo – 10%• Não sabe – 2%O levantamento contou com 2.400 entrevistas telefônicas realizadas entre os dias 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais. 

 O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o código BR-04974/2026. Agregador de pesquisas Carta Capital

 O Agregador Carta/Colectta reúne as pesquisas registradas na Justiça Eleitoral e calcula uma tendência atualizada diariamente, considerando fatores como atualidade, tamanho da amostra e metodologia. A proposta é facilitar a comparação entre os resultados, acompanhar a evolução das preferências do eleitorado ao longo do tempo e identificar tendências no cenário eleitoral.

 

 

Do Carta Capital 

ITABUNA. INAUGURAÇÃO DE COMITÊ DE ACM NETO FOI UM SUCESSO. PROFESSSOR MAX E ROBINHO ESTAVAM PRESENTES

  Multidão acompanhando ACM Neto (44). No palanque, candidatos, como Ângelo Coronel e João Roma (Senado), Zé Cocá (vice da chapa de Neto) e Prof. MAX (44500), candidato a Deputado Estadual. 

  Robinho (4444), candidato a Deputado Federal e eleitores. 

 Alguns eleitores do Professor MAX (44500) fazendo presença.

 

 Reafirmando o compromisso em resgatar o desenvolvimento e a paz da Bahia, através de Políticas Públicas Eficazes

 

 ACM Neto (44), futuro governador da Bahia, esteve em Itabuna ontem (26) para a inauguração do comitê. Apesar de ser uma terça-feira, com o  encontro marcado para antes das 18h00, horário em que muitos estavam trabalhando, a adesão foi muito grande. Apoiadores estimaram  um número de aproximadamente 20 mil pessoas.

 Neto (44), reafirmou os compromissos com Itabuna e Sul da Bahia, bem como todo o estado. A Bahia passa por um momento delicado no atual governo, como as pastas da Educação, Segurança e Saúde.

 Muitos candidatos participaram do evento, a exemplo do candidato a Deputado Estadual, professor MAX (44500) e o candidato a Deputado Federal, Robinho (4444). Ambos reforçam o compromisso de desenvolvimento da  Bahia, na Assembleia Legislativa da Bahia e Câmara Federal.

 No decorrer do evento político, o público, formado por eleitores, agentes da Imprensa e autoridades em geral, apareceram de livre e espontânea vontade, sem servidores públicos induzidos ou coagidos a evento algum, abraçando a candidatura de Neto rumo ao progresso da Bahia.

 

 

Da Redação do Correio dos Municípios  

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

ITABUNA. CÂMARA DE VEREADORES E AGRAL HOMENAGEARÃO OS 60 ANOS DE JORNALISMO DE PAULO LIMA


 


 Prezadas Confreiras e Prezados Confrades, 
              Saudações Cordiais


SESSENTA ANOS A SERVIÇO DA PALAVRA: 
PAULO LIMA, UMA VIDA ENTRE O TEMPO, A MEMÓRIA E A NOTÍCIA


 Câmara de Vereadores de Itabuna homenageará os 60 anos de jornalismo de Antônio Paulo de Oliveira Lima; AGRAL associa-se à celebração e convida sua membresia a prestigiar a solenidade


 Sessenta anos não constituem apenas uma medida do tempo. Quando atravessados pela fidelidade a uma vocação, transformam-se em testemunho, permanência e legado em contínua construção.
No jornalismo, talvez isso seja ainda mais verdadeiro. O jornalista não trabalha somente com acontecimentos. Trabalha com aquilo que o tempo entrega aos homens antes que se converta em memória. Entre o fato que irrompe e a história que permanece, encontra-se a palavra daquele que viu, ouviu, perguntou, registrou, interpretou e compreendeu que determinado instante não deveria desaparecer.

É nesse território - entre o tempo, a memória e a notícia - que se inscrevem os 60 anos de jornalismo de Antônio Paulo de Oliveira Lima, trajetória que será homenageada no próximo dia 3 de setembro de 2026, às 19 horas, na Câmara de Vereadores de Itabuna.
Convidada a participar desse significativo momento, a Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL associa-se, com especial alegria, à homenagem prestada pela Câmara de Vereadores de Itabuna a Paulo Lima, integrante de sua membresia e ocupante da Cadeira nº 33, cujo Patrono é Orlando Gomes dos Santos.
 Para a AGRAL, participar dessa solenidade possui significado afetivo, cultural e institucional. A homenagem alcança um jornalista cuja trajetória se encontra profundamente vinculada à comunicação e à vida pública regional e, ao mesmo tempo, um Confrade que traz para o espaço acadêmico a experiência de quem fez - e continua fazendo - da palavra um exercício de presença na sociedade.
Celebrar sessenta anos de jornalismo é reconhecer uma rara permanência.

Em seis décadas, transformaram-se os jornais, os equipamentos, as tecnologias, os meios de circulação da notícia e a própria velocidade com que o mundo passou a narrar a si mesmo. O universo no qual Paulo Lima iniciou sua caminhada profissional não é o mesmo que hoje acompanha acontecimentos praticamente no instante em que ocorrem. Entre um tempo e outro, porém, sobrevive uma exigência essencial: a responsabilidade daquele que assume a palavra diante do seu tempo.
E Paulo Lima permanece nesse ofício.

Nascido em Itabuna, em 1944, filho de Olinto Lima de Jesus e de Dionisia de Oliveira Lima, indígena Pataxó oriunda do Sul da Bahia, construiu uma história pessoal e profissional profundamente vinculada às raízes culturais, sociais e humanas desta região.

Sua formação percorreu diferentes geografias - Itabaianinha, Aracaju, Salvador, Itabuna e São Paulo -, ampliando horizontes e experiências que se incorporariam à sua vida intelectual e profissional.
No Colégio Estadual de Itabuna, onde concluiu o ensino médio, exerceu liderança estudantil como presidente do Grêmio Antônio Balbino e integrou a União dos Estudantes Secundários de Itabuna. Posteriormente, graduou-se em Comunicação, em São Paulo, aprofundando sua atuação no universo da imprensa e da comunicação institucional. Formou-se também em Estudos Sociais pela Faculdade de Filosofia de Itabuna, uma das instituições que contribuíram para o processo histórico de constituição da atual Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC.

Mas nenhuma trajetória de seis décadas cabe inteiramente nos diplomas conquistados, nas funções exercidas ou nos espaços institucionais ocupados. Certas biografias precisam ser compreendidas, sobretudo, pela relação que estabeleceram com o seu tempo e pelas marcas que continuam deixando nos lugares aos quais pertencem.

Paulo Lima atravessou diferentes dimensões da vida pública e cultural itabunense. Participou de importantes administrações municipais, colaborando com nomes expressivos da história política regional, entre eles José de Almeida Alcântara e Fernando Gomes de Oliveira, exercendo funções relacionadas à comunicação institucional, ao cerimonial e à gestão pública.
Jornalista, articulista, poeta, escritor e cerimonialista, Paulo Lima fez da comunicação não apenas uma profissão, mas uma forma de inserção na vida coletiva.

E sua relação com a palavra não se circunscreve àquela que se fixa no papel.
Há em Paulo Lima uma dimensão igualmente significativa: a palavra pronunciada.
Em sua oratória, acontecimentos aparentemente dispersos reencontram contextos, personagens recuperam seus lugares e diferentes tempos da vida regional parecem conversar entre si. Paulo narra, com propriedade, fatos da história de Itabuna, acontecimentos políticos, episódios da vida pública, personagens, circunstâncias e transformações que marcaram a cidade e a Região Grapiúna.

 Não se trata apenas de recordar. Recordar é recuperar uma lembrança; narrar é conferir-lhe sentido.
E Paulo Lima narra.

 Narra porque viveu parte significativa do tempo sobre o qual fala; porque acompanhou acontecimentos, conheceu personagens, frequentou espaços da vida pública e cultural e reuniu, ao longo das décadas, uma experiência que lhe permite estabelecer relações entre fatos, épocas e circunstâncias.

 Sua memória, quando convertida em palavra, ultrapassa a dimensão individual. Torna-se também uma forma de transmissão.
 É nesse ponto que a oralidade adquire especial importância. Nem toda a memória de uma cidade está guardada em documentos, arquivos ou fotografias. Existem histórias preservadas nas vozes daqueles que testemunharam seu tempo e que, ao narrá-lo, estabelecem pontes entre gerações.
Paulo Lima pertence também a essa tradição.

 Sua palavra escrita registra. Sua palavra pronunciada rememora, interpreta, contextualiza e transmite.
Ouvi-lo falar sobre Itabuna, sobre sua história, sua política, seus personagens e sobre acontecimentos da Região Grapiúna significa aproximar-se de episódios que não chegam apenas como datas ou informações, mas como experiências situadas em determinado tempo, compreendidas à luz de suas circunstâncias e relacionadas a outras páginas da história regional.

 Essa dimensão confere especial profundidade aos seus sessenta anos de jornalismo. Porque o jornalista que registra o presente é também, depois de tantas décadas de observação e participação na vida pública, alguém capaz de revisitar o passado e colocá-lo novamente em diálogo com o presente.
 O jornalista trabalha, afinal, com a matéria instável do agora. Recebe acontecimentos ainda recentes, vozes atravessadas pelas circunstâncias e personagens cujos lugares na história ainda não foram definidos. Entretanto, ao registrar esse agora, participa silenciosamente da construção daquilo que, mais tarde, uma sociedade reconhecerá como memória.

 A notícia pertence ao instante; o jornalismo, quando exercido com consciência de sua responsabilidade, pode ultrapassá-lo.
 Aquilo que hoje chega como acontecimento poderá amanhã constituir documento, testemunho, fonte e fragmento indispensável à compreensão de uma época.
Talvez por isso tempo, memória e notícia se encontrem de maneira tão singular na profissão escolhida por Paulo Lima.
O tempo oferece o acontecimento. A notícia o registra. A memória lhe concede permanência.

 E, entre essas três dimensões, encontra-se o jornalista.
 Ao longo de sessenta anos, quantas histórias de Itabuna e da Região Grapiúna atravessaram o olhar, a escrita e a voz de Paulo Lima? Quantos acontecimentos que pertenciam à urgência de determinado dia se tornaram, com o passar das décadas, parte da narrativa de uma cidade?
 A pergunta nos conduz ao sentido mais amplo desta homenagem.
Quando uma cidade, por meio de sua Casa Legislativa, reconhece os sessenta anos de jornalismo de um de seus cidadãos, não homenageia somente o profissional. Reconhece também uma parcela de sua própria história.

 Cidades não são constituídas apenas de ruas, edifícios, praças e monumentos. São igualmente feitas das narrativas que produzem sobre si mesmas, dos nomes que guardam, das vozes que preservam, dos jornais, fotografias, crônicas, livros, arquivos, entrevistas e testemunhos que permitem a uma geração conversar com aquelas que a antecederam.

 Uma cidade ocupa um território; sua memória, porém, precisa de quem a escreva, de quem a narre e de quem a transmita.
Nesse sentido, a trajetória profissional de Paulo Lima encontra-se profundamente entrelaçada à experiência histórica e cultural de Itabuna e da Região Grapiúna.
Sua atuação alcança ainda diferentes instituições que traduzem a pluralidade de seus interesses e de sua participação social. É membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Membro Honorário dos Cultos Afro-Brasileiros pela Associação do Culto Afro Itabunense e integrante do Clube do Poeta Sul da Bahia.

 Na Academia Grapiúna de Artes e Letras - AGRAL, ocupa a Cadeira nº 33, cujo Patrono é Orlando Gomes dos Santos, integrando uma instituição comprometida com a literatura, as artes, a memória e a valorização da identidade cultural do território grapiúna.
Há especial significado, portanto, no encontro entre uma Academia de Artes e Letras e uma homenagem dedicada a um jornalista.

 Literatura e jornalismo possuem linguagens e temporalidades próprias, mas compartilham uma matéria fundamental: a palavra como testemunho da experiência humana. A literatura interroga a condição humana para além da circunstância; o jornalismo enfrenta a circunstância enquanto ela ainda pulsa. Ambos, entretanto, podem desafiar o esquecimento.

 Chegar a sessenta anos de jornalismo e continuar jornalista é testemunhar profundas transformações sem abandonar o ofício de observar, comunicar e participar.
Paulo Lima viu administrações começarem e terminarem, personagens entrarem para a história, tecnologias sucederem tecnologias, jornais modificarem suas formas e gerações inteiras transformarem sua maneira de produzir e receber informação.
E permanece.

 Escrevendo, comunicando, narrando, participando da vida cultural e emprestando sua experiência e sua voz aos acontecimentos de uma cidade com a qual sua própria biografia se confunde em tantos momentos.

 Por isso, os sessenta anos agora celebrados não possuem o sentido de conclusão.
Não estamos diante do ponto final de uma trajetória, mas de uma vírgula solene em uma história que continua sendo escrita.
 É essa uma das dimensões mais belas da homenagem: reconhecer aquilo que foi construído ao longo de seis décadas sem perder de vista uma presença intelectual e jornalística que permanece viva, atuante e em movimento.

 A Academia Grapiúna de Artes e Letras-AGRAL registra seu reconhecimento à Câmara de Vereadores de Itabuna pela realização dessa homenagem e manifesta sua alegria por participar de um momento dedicado a uma trajetória tão intimamente relacionada à comunicação, à cultura e à memória de nossa região.

 Ao mesmo tempo, convida suas Confreiras e seus Confrades a prestigiarem a solenidade e a se associarem, por meio de sua presença, a esse justo reconhecimento aos 60 anos de jornalismo de Antônio Paulo de Oliveira Lima.
Que a homenagem seja, sobretudo, um gesto de gratidão a quem compreendeu que registrar uma cidade é também ajudá-la a não esquecer de si mesma.
O tempo continuará seguindo seu curso, como sempre fez.

 Mas algumas trajetórias nos recordam que não importa apenas quanto tempo passou. Importa aquilo que fomos capazes de guardar de sua passagem e, sobretudo, aquilo que somos capazes de transmitir às gerações que chegam.

 E Paulo Lima, aos sessenta anos de jornalismo, permanece onde sempre escolheu estar: entre o acontecimento e a palavra, escrevendo, narrando e preservando, com a força de sua memória e de sua voz, fragmentos da história de Itabuna e da Região Grapiúna.




Josanne Francisca Morais Bezerra

Presidente

terça-feira, 25 de agosto de 2026

CANAVIEIRAS. MEMBROS DA ACADEMIA DE LETRAS DE ILHÉUS PARTICIPAM DO FESTIVAL LITERÁRIO SUL-BAHIA

  Festival Literário Sul Bahia (5a. Edição)


FLISBA 

 

 A 5ª edição do Festival Literário Sul Bahia (Flisba) foi encerrada no último sábado (22/08), após três dias de uma intensa programação que contou com cerca de 40 atividades, entre debates, oficinas, lançamentos de livros e apresentações artísticas. O evento deste ano aconteceu no Sítio Histórico de Canavieiras e reuniu cerca de 50 convidados de toda a Bahia, entre escritores, pesquisadores, ambientalistas, fazedores de cultura e livreiros.
Com o tema “Literatura e Sustentabilidade: um encontro com a cultura popular”, a 5ª edição do Flisba também prestou uma homenagem ao escritor grapiúna Adonias Filho. Na ocasião, foi realizada a exposição “Adonias Filho - A voz literária do sul da Bahia” e exibido o documentário “Adonias“, em parceria com a Academia Grapiúna de Artes e Letras (AGRAL). 
Segundo Josanne Francisca Morais Bezerra (cadeira 30), presidente da Academia Grapiúna de Artes e Letras, sediada em Itabuna, as homenagens pretenderam fazer com que o público enxergasse Adonias Filho “não apenas como nome consagrado da literatura brasileira, mas como intelectual profundamente vinculado ao território, às paisagens humanas e às tensões históricas e existenciais do sul da Bahia”.

  Gratuito e aberto a todos os públicos, o Flisba também teve uma feira de economia solidária – organizada pelo Centro Público de Economia Solidária (Cesol) Litoral Sul -, tendas de venda de livros, palco para apresentações artísticas e um espaço dedicado à programação infantil. No Flisbinha, as crianças de todas as idades tiveram acesso a apresentações musicais, contação de histórias e brincadeiras.
 De acordo com Luh Oliveira, presidente da Academia de Letras de Ilhéus (cadeira 3) e uma das organizadoras do Festival, o Flisbinha foi um espaço de encontro e aproximação entre os estudantes e a literatura. “Foi muito significativo perceber a participação e o encantamento dos alunos, sobretudo daqueles que estavam, pela primeira vez, diante de um escritor. São encontros assim que ajudam a formar leitores e a tornar a experiência com a literatura mais viva”.
 Os colégios de Canavieiras, públicos e privados, aderiram à atividade e enviaram turmas para o Festival. Junto aos outros participantes – da cidade e convidados de fora -, os estudantes que participaram dos debates concorreram a brindes, entre livros e materiais escolares.
 Para Efson Lima, da Academia de Letras de Ilhéus (cadeira 40) e um dos organizadores da atividade, a realização da 5ª edição confirma a importância do Flisba no sul da Bahia,  “ao reunir as diferentes linguagens artísticas e as Academias de Letras da região, bem como os diversos escritores, poetas e artistas, e ao manter vivo o seu objetivo de circular nos municípios sulbaianos”.
Segundo o escritor e ex-presidente da ‘Casa de Abel’ Pawlo Cidade, membro efetivo da cadeira 13 e um dos organizadores do evento "O Flisba é uma celebração do autor regional. Porta de entrada para a literatura local."

 A palestra de abertura do Festival, na quinta-feira (20), foi ministrada por Albino Rubim, ex-secretário de Cultura do Estado da Bahia e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em uma parceria com o Fórum de Agentes, Empreendedores e Gestores Culturais do Território Litoral Sul da Bahia (FAEG).
“Viver o Flisba em Canavieiras foi compartilhar conhecimentos e semear cultura com nativos e visitantes de forma intensa e contagiante”, resumiu o escritor Tácio Dê, um dos organizadores do evento.
A cada edição, o Flisba acontece em um município do sul da Bahia, com o objetivo de aproximar os escritores da população local, promover reflexões sobre a literatura regional e valorizar os fazedores grapiúnas de cultura.

 

 

Do Jornal Maçônico: O Compasso

ITABUNA. PROFESSOR MAX - CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL - CONCEDE ENTREVISTA NA NOVA ITABUNA FM

   Professor Max (Deputado Estadual - 44500) e Robinho (Deputado Federal - 4444). ACM Neto (Governador - 44).

  

 

No bairro Pedro Jerônimo

 

 O candidato a Deputado Estadual, Professor Max (União Brasil), cujo número é o 44500, concedeu entrevista hoje (25) na Rádio Nova Itabuna FM (Internet - Comunitária - Online), às 10h30, com o apresentador Marcos Brasil. 

 Professor Max estava acompanhado de assessores e apoiadores de campanha, cumprimentando os radiouvintes das comunidades onde o sinal da emissora alcança, como os bairros Pedro Jerônimo, Daniel Gomes, Fonseca, Novo Fonseca, Maria Pinheiro, Vale do Sol, entre vários outros.

 Professor Max foi arguido sobre a vida pessoal, vida profissional, social e política, planos de governo, apoiadores de campanha, citando os problemas sociais e apontando soluções. Na ocasião foi bem recebido pela comunidade e houve a participação de ouvintes através de perguntas ao vivo, todas com respostas convincentes, demonstrando preparo ao cargo na Assembleia Legislativa da Bahia - Alba.

 Professor Max também apresentou o candidato a Deputado Federal de campanha (a casadinha), que é o atual Deputado Estadual, Robinho (União Brasil), com o número: 4444. Robinho foi prefeito de Nova Viçosa por 2 vezes e está no terceiro mandato como Deputado Estadual. Também foi presidente da Associação de Prefeitos do Extremo-Sul (APES) por 2 vezes.

 Professor  MAX é um político preparado. Conhece todos os bairros de Itabuna, além de vários municípios da Bahia inteira, ciente das demandas e soluções de cada lugar. Tem uma vida dedicada ao social, através da Educação e Esporte, e possui  projetos excelentes para apresentar na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. É popular, humilde e carismático. Sempre preocupado com os anseios dos menos favorecidos.

 Max é professor e geógrafo. É escritor (autor de 2 livros). Tem 12 pós-graduações "lato sensu" e 2 mestrados, bem como, experiência em Administração Pública.    

 

 

 

Da Redação do Jornal e Blog Correio dos Municípios (Itabuna-BA) 

Fotos: Assessoria de Campanha do Professor Max

Fonte: Assessoria da Campanha do Professor Max    

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

SANTA LUZIA. MAIS ESPECIALIDADES NA SAÚDE

 Santa Luzia Santa Luzia - Bahia

 

Marque sua consulta na Regulação 

 

 Além dos atendimentos de Dermatologia, Psiquiatria, Ginecologia e Obstetrícia, Ortopedia e Traumatologia, a Prefeitura Municipal de Santa Luzia conta também com Fonoaudiologia.

 Amanhã (25), às 16h30, na Câmara de Vereadores haverá a apresentação do fonoaudiólogo Niquison Carvalho, que irá explicar como funcionarão os atendimentos de Fonoaudiologia. 

 A Prefeitura Municipal de Santa Luzia conta com Dra. Laura Campos (Dermatologia Clínica), Dr. Emerson Rodrigues (Psiquiatria Clínica), Dr. Roberto Almeida (Ortopedia e Traumatologia), Dra. Márcia Caldeira (Ginecologia e Obstetrícia), Niquison Carvalho (Fonoaudiólogo).

 

 

Da Redação

Foto: Amurc

Fonte: Prefeitura Municipal de Santa Luzia 

domingo, 23 de agosto de 2026

BAHIA. PROFESSOR MAX - CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL - APRESENTA EXCELENTES PROPOSTAS PARA MUDAR A EDUCAÇÃO DO ESTADO PARA MELHOR

 Professor Max é Educador e Geógrafo. Tem experiência em Administração Pública. Possui 12 pós-graduações "lato sensu" e dois mestrados - pós-graduações "stricto sensu". Dedicou a vida inteira ao social, como educação, esporte, segurança pública, saúde e desenvolvimento econômico. Prof. Max também foi secretário de Educação na cidade de Brejões (BA).   

 

APRESENTAÇÃO


"Sou o Professor Max, candidato a deputado estadual na Bahia. Há trinta anos, leciono nas redes estaduais e municipais de Itabuna, com vivência de sala de aula da creche ao ensino médio.
O cenário é urgente: a Bahia tem mais de 220 mil crianças fora das creches, a segunda maior demanda do país. Na pré-escola, 12% dos nossos pequenos seguem fora da sala de aula.
Negar a importância da aprendizagem na primeira infância, é decretar o fracasso escolar antes mesmo do aluno começar a aprender." Professor Max.
O Compromisso do Professor Max com a primeira infância.
 Parceria com a família : Trazer os pais para perto da rotina escolar e das decisões da creche.
 Luta por vagas : Abrir mais creches públicas junto com os municípios para acolher todas as famílias.
Busca ativa : Encontrar e inserir 100% das crianças na pré-escola.
Valorização da base: Aprimorar as escolas infantis e fortalecer o apoio pedagógico aos professores dessa etapa.
O professor Max apresenta propostas para a alfabetização na idade certa, como prioridade absoluta para a Bahia. Com apenas 55% das crianças alfabetizadas no 2º ano do Ensino Fundamental I, nosso Estado ocupa a última posição no país pelo Indicador Criança Alfabetizada. A Bahia registra 36 pontos contra 85,3 do Ceará, o líder nacional. Vamos mudar essa realidade com colaboração municipal, valorização dos professores e foco em resultados reais

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O DNA do Político Educador: Nossas Propostas


• Colaboração real: Criar fortes vínculos de cooperação técnica e financeira entre o Estado e os 417 municípios baianos.
• FISCALIZAR AS POLÍTICAS DE Valorização do Professor
• Acompanhamento e Metas TANTO DA REDE ESTADUAL COMO MUNICIPAIS.
• ASSESSORAR O EXECUTIVO QUANTO AOS Recursos Dirigidos
• Criar o programa estadual "Baía de Leitura e Alfabetização", oferecendo apoio técnico e financeiro direto aos municípios com menores índices de alfabetização até o 2º ano.
• Instituir avaliações anuais na rede municipal e estadual para correção imediata de rumores pedagógicos
Propostas Práticas do Mandato (O que o Professor Max fará na Assembleia): 
a) Combater à Evasão e Idade-Série no Ensino Médio

b) Acompanhar a Qualidade de Ensino e Base de Aprendizagem com formação continuada.

c) Fiscalizar a Gestão dos Recursos

d) Propor uma lei que cobre a aplicação rigorosa do orçamento estadual na educação pública e a prestação de contas quadrimestral da Secretaria de Educação na Assembleia Legislativa.


Chega de Omissão do Estado para o Ensino no Fundamental II.


Embora a Constituição de 1988 estabeleça que o Ensino Fundamental seja prioridade dos municípios, o Estado não pode virar as costas para os nossos jovens. O futuro do Ensino Médio na Bahia depende diretamente de como tratamos os Anos Finais (6º ao 9º ano).
Como deputado estadual, lutarei para que o governo do Estado estenda a mão aos municípios por meio de três compromissos inegociáveis:
• PROPOR UM Pacto de Cooperação Real COM OS MUNICÍPIOS
• ACOMPANHAR DE PERTO A  correção de fluxo e reforço escolar intensivo de 6º ao 9º ano. É assim que vamos estancar o abandono escolar antes do aluno chegar ao Ensino Médio.
• Vou propor que o desempenho no ensino fundamental II esteja no centro das cobranças, metas e auditorias da Secretaria de Educação da Bahia.
PRUMODIQUE NOIS VAI "A Bahia produz diplomas. Precisa passar a produzir aprendizagem."
A Bahia não aceita mais o fingimento pedagógico da aprovação automática. A Portaria nº 190/2024 do governo estadual mascara a crise do aprendizado com a roupagem da "Progressão Parcial", desrespeitando o mérito escolar e empurrando deficiências para frente.
Por que precisamos Dar um Basta
• Fim da ilusão: Um sistema que finge ensinar para fingir que o aluno aprendeu, destruindo assim, o futuro da juventude baiana.
• Respeito ao professor: A avaliação real e a autoridade docente não podem ser obtidas por facilidades burocráticas do Estado.
• Ataque à dignidade: A Portaria nº 190/2024 foi imposta de forma arbitrária, escondendo as falhas estruturais das escolas sob a falsa promessa de avanço sem preparação.
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OS PILARES DAS TRANSFORMAÇÕES EDUCACIONAIS NA BAHIA


• Fortalecimento institucional e governança da secretaria 
• Educação infantil, alfabetização e o pacto pela aprendizagem – PÉ DE MEIA INFANTIL
• Recomposição das aprendizagens, política permanente e intensiva
• Ensino médio integral com viés tecnológico e vocacional
• Valorização docente e gestão profissional
• Infraestrutura e conectividade
• Busca ativa e autonomia escolar


Nossa Proposta para a Educação na Bahia


• POR MEIO DE PROJETOS DE LEI ESTABELECER: Escola com foco no saber, Garantir infraestrutura, reforço escolar e professores valorizados, em vez de maquiar índices estatísticos.
• Combate à progressão vazia: O estudante só avança se demonstra o domínio real do conteúdo, com suporte adequado para sanar suas dificuldades.

Educação para transformar: Resgatar a série do ensino público para que o diploma na Bahia volte a ter valor social e profissional
"A educação só é de qualidade quando é de verdade para todos. Sou o Professor Max, candidato a deputado estadual, e assumo o compromisso de ser um incansável defensor da EDUCAÇÃO INCLUSIVA na rede estadual de ensino. Vamos juntos garantir o respeito, a estrutura e a igualdade de oportunidades para cada estudante da nossa Bahia." Professor Max 2026


MINHAS PRINCIPAIS BANDEIRAS DE LUTAS


Valorização e Carreira dos Profissionais
• Reajuste salarial digno conforme o piso nacional.
• Planos de carreira justos e mais vagas para concursos públicos.
• Formação continuada de qualidade para professores e funcionários.
Infraestrutura e Tecnologia Escolar
• Reformas estruturais com redes de internet rápida em todas as unidades.
• Climatização adequada das salas de aula devido ao clima do estado.
• Manutenção preventiva e constante dos prédios escolares.
Expansão da Educação Profissional e Tecnológica
• Aumento de cursos técnicos alinhados à economia regional baiana.
• Parcerias com o setor produtivo para criar mais estágios.
• Incentivo ao primeiro emprego para os estudantes formados.
Inclusão, Acessibilidade e Apoio Psicológico
• Contratação de psicólogos e assistentes sociais nas redes de ensino.
• Salas de recursos multifuncionais equipadas para alunos com deficiência.
• Apoio especializado para combater a evasão escolar.
Financiamento e Gestão Democrática
• Fiscalização rigorosa do uso dos recursos da educação no estado.
• Eleições diretas e transparentes para diretores de escolas.
• Maior autonomia financeira para as direções das unidades de ensino

 

 

Fontes: Plano de Propostas de Professor Max

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