A gente os mantém com o Assistencialismo, companheiro Jero. Já reajustei o piso do benefício do Bolsa-Família para R$ 691,00. A gente dá um pouco de comida e pronto. O dinheiro vem do povo mesmo. E depois, futebol e carnaval. Eita, Bahia porreta! Eita, Bahia legal...
E o PT ainda quer mais 4 anos. Diz que o povo quer mudança, estando o Partido das Trevas (PT) só na Bahia, quase 20 anos. É aparelhamento da Máquina Pública (Plano de Poder?) E aos desempregados, Assistencialismo em detrimento à Assistência Social? O Povo quer Políticas Públicas. Geração de Emprego e Renda. Dignidade. Quer gestão em consonância com os Princípios da Administração Pública. O povo acordou!
A Bahia fechou o segundo trimestre de 2026 com uma taxa de desemprego de 9,1%, consolidando-se como o segundo estado com maior índice de desocupação do Brasil, atrás apenas do Amapá (9,8%). O indicador baiano segue significativamente acima da média nacional, que recuou para 5,4% no mesmo período.
O Desafio da Informalidade
Além do desemprego, a qualidade das vagas é um problema persistente. A taxa de informalidade na Bahia atingiu 50,7%. Isso significa que mais da metade dos trabalhadores baianos atuam sem carteira assinada ou por conta própria sem garantias trabalhistas, deixando o estado no ranking das maiores proporções de informais do país (atrás apenas de Maranhão, Pará e Amazonas).
Perspectivas e Movimentações Recentes
Apesar do cenário desafiador em comparação a outros estados, os índices atuais de 2026 representam uma melhora histórica para a própria Bahia, que já chegou a registrar mais de 20% de desemprego em anos anteriores (como em 2021).
Assim como no Brasil, a Bahia enfrenta fechamento de lojas no comércio. Entre vários grupos empresariais, o Grupo Casas Bahia confirmou o fechamento de 298 lojas e a demissão de cerca de 3 mil funcionários em agosto de 2026 (em todo o Brasil), além de entrar com um pedido de recuperação judicial após registrar um prejuízo bilionário.
Motivos da crise
A varejista apontou um cenário macroeconômico adverso, marcado por juros altos, restrição de crédito e forte pressão sobre o caixa da empresa.
Impacto na Bahia
Fechamentos no estado: Unidades físicas foram fechadas em diversas regiões baianas, incluindo cidades do Recôncavo como Santo Estêvão e Cruz das Almas, além de municípios como Jequié e Itabuna. Só em Salvador, de acordo com relatos locais, cerca de 12 lojas encerraram as atividades
Da Redação do Correio dos Municípios
Foto: Internet
Fontes: Bahia Econômica
Avoador
Arquivos
Nenhum comentário:
Postar um comentário