segunda-feira, 9 de março de 2026

MUNDO E BRASIL. TRUMP PLANEJA CLASSIFICAR PCC E CV COMO GRUPOS TERRORISTAS E LULA TEME INVASÃO

 Conflito no Oriente Médio aumenta impacto do custo-Trump na economia global Donald Trump (presidente dos Estados Unidos), com o dedo em riste. O "homem" quer mandar no mundo. Ele mesmo diz: - "Eu mando no país (EUA) e no mundo."

 

É tudo dele e nada nosso, "pai"  

 

 Ameaçando a soberania brasileira, já que os grupos são classificados como organizações criminosas? O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, voltou a preocupar o presidente Lula, por conta de uma conversa entre o  ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira e o  secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, ontem (08), por telefone.

 Luiz Inácio Lula da Silva mencionou hoje (09), no Palácio do Planalto, de que teme uma invasão estrangeira  brevemente, assim como aconteceu na Venezuela, destituindo o ex-presidente Nicolás Maduro. Segundo Lula, a América do Sul é uma região de paz, não existindo aqui, bomba nuclear e bomba atômica e de que os drones os quais existem no nosso continente são para a agricultura,  ciência e tecnologia.  Lula ainda enfatizou de que não descarta uma preparação para defesa territorial também, em conversa com o presidente da África do Sul, Ciryl Ramaphosa.

 De acordo com oposicionistas, Lula quer desviar o foco do caso Master, usando essa conversa de hoje no Palácio do Planalto. Mas na semana passada, alguns "caças brasileiros - F39 Gripen" sobrevoaram Brasília (DF), demonstrando como a FAB protegeria o Brasil em meio às notícias de guerra no Oriente Médio.

 Vale lembrar de que quando um grupo faccionado tem fichamento como organização terrorista estrangeira, há uma série de retaliações, como embargo de elo com cidadãos e empresas dos Estados Unidos, bens congelados, vistos restritos e operações de cunho militar.

 No Brasil, para que essa reclassificação torne-se realidade, de acordo com a leis nacionais, é necessário que aconteçam aqui, as incitações religiosas, ideológicas e políticas, ideia que segundo o governo do Brasil, não se emprega ou se adapta às supostas facções. Já os EUA dizem que as facções colocam em perigo a segurança nacional, sendo, portando, cabível, aumentando o tom com respeito à medida, pois antes, a conversa era de um acordo de cooperação em segurança e não uma invasão.

 Conforme algumas falácias esquerdistas, Trump teme o fortalecimento dos Bric´s (mesmo que um pouco dividido com relação ao "massacre" contra o Irã), o enfraquecimento do dólar americano, a hegemonia da economia estadunidense, a ascensão chinesa, usando subterfúgios inconvincentes, como o descontentamento com a prisão de Bolsonaro, julgando-o como inculpável com relação ao suposto crime de golpe de Estado e organização criminosa.

 Acrescentando de acordo do ponto de vista da esquerda, o Irã é vítima dos Estados Unidos e Israel, sofrendo acusações falsas, como tentativa de assassinato a personalidades importantes e globais, como Trump, repressão violenta interna e fabricação ilegal de armas nucleares. 

 A "massa" bolsonarista patriota vê as afirmações de Trump como uma hipotética salvação nacional, pois se julga conservadora, defendendo assim, as bandeiras de "Deus, Pátria e Família", livrando o Brasil das "mazelas" de governos associados ao "comunismo". O povo direitista também apoia o novo liberalismo, com ideias de livre mercado, menos intervenção estatal na economia, privatizações e defesa da propriedade privada.

 

 

Da Redação do Correio dos Municípios

Foto: Internet

Fontes: Jornais de edições nacionais e internacionais;

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