Nicolás Maduro (À esquerda). Donald Trump (À direita)
EM OPERAÇÃO HOJE LIDERADA PELO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS - TRUMP
O ano de 2026 começou com os conflitos acirrados no mundo. Dessa fez, foi a deposição de Nicolás Maduro (agora, ex-presidente) da Venezuela. Para muitos, um ditador que vem negligenciando direitos humanos, fraudando eleições, envolvendo-se com vantagens ilegais e colapsando a economia venezuelana, após suceder Hugo Chávez, falecido em 05 de março de 2013, deixando como legado, o chavismo.
Os debates extremistas estão enfatizados nas redes sociais, após os Estados Unidos da América lançarem uma ofensiva a Caracas (hoje pela manhã), capturando Maduro e a esposa, Cilia Flores. Segundo algumas fontes de imprensa e relatos de moradores, o ataque deu-se na madrugada de sexta-feira para sábado (por volta das 02h00), ou seja, 03 horas da manhã, horário de Brasília, com explosões e ataques à base da Força Aérea e forte militar na capital venezuelana, além de outros estados da Venezuela.
De um lado, o governo venezuelano alega agressão militar por parte dos estadunidenses (atacando do mesmo modo - áreas civis), pedindo, inclusive, uma reação da comunidade internacional. Os Estados Unidos também estariam querendo o petróleo venezuelano. Do outro lado, Trump, alegando de que Maduro além de promover desigualdades sociais na Venezuela, tem também envolvimento com o Narcotráfico, terrorismo e lavagem de dinheiro (corrupção).
China, Rússia, Coreia do Norte e Irã pronunciaram-se contra a atitude de Donald Trump, enquanto o governo da Argentina comemorou. Quanto à opinião do presidente do Brasil, Lula já havia se pronunciado no mês de dezembro de 2025, de que seria melhor, os EUA e Venezuela resolverem os embates por meio da Diplomacia. À época, Trump pediu a renúncia de Nicolás Maduro, instruindo-o de que fosse para o Brasil ou se instalasse no Irã (Oriente Médio). Proposta recusada por Maduro.
Segundo ainda algumas fontes da Imprensa estadunidense e mundial, por ora, Trump vai governar a Venezuela até haver uma transição "adequada." Provavelmente, haverá também um julgamento em solo americano e promovido pelo governo dos Estados Unidos. Para um número considerável de pessoas, é um desrespeito aos acordos internacionais.
Para muitos estudiosos e críticos, os Estados Unidos querem controlar o petróleo no globo, enfraquecendo também a Organização dos Países Exportadores de Petróleo - OPEP, visto que a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo mundiais, deixando indignados também a comunidade latino-americana.
Enfatizam ainda de que os Estados Unidos sempre agiram com subterfúgios e segundas intenções para angariarem poder econômico, através de invasões (interesses geopolíticos) e vendas de material bélico, usando as guerras, deixando o povo local entregue à própria sorte depois das investidas e êxito. Foi assim nas eras: Moderna e Contemporânea, como na Guerra do Golfo Pérsico, contra o Iraque, Líbia, Afeganistão, Israel x Irã, entre outras.
Nos Estados Unidos, nem todos comungam com a invasão ao país sul-americano no dia de hoje (03). Estadunidenses fecharam a Times Square (Nova York) contra Donald Trump, bem como fizeram protestos contra o ataque à soberania da Venezuela e prisão de Nicolás Maduro.
Da Redação do Correio dos Municípios
Foto: CNN
Fontes: CNN
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